
Com as duas melhores séries produzidas pela TV americana chegando ao final da temporada nesta última semana, só resta aos fãs o desespero. O desespero da espera de quatro meses sem notícias de suas personagens favoritas somado ao desespero de vê-las se fudendo. Será que não existe a expressão "final feliz" no vocabulário da Shonda Rhimes? Será que todos os médicos do Seattle Grace precisam acabar a temporada dessa forma? A gente reclama, mas a gente gosta. Afinal, é essa situação que os move. Sem ela, a personagem ficaria parada no tempo sem nada que merecesse ser visto em horário nobre.
Bem que Marc Cherry poderia ter aprendido com a concorrência ou até com consigo mesmo no passado. As Donas de Casa Desesperadas precisam terminar as temporadas como começaram a série e como passam todos os domingos: desesperadas. Não acredito em "final feliz" para elas, mesmo ao cancelamento da série, porque a vida, assim como Shonda Rhimes, não conhece esse vocábulo. O último episódio da terceira temporada mal parecia um Season Finale. Susan merecia um descanso e o tão esperado casamento com Mike, mas tinha que ser logo no Season Finale? As outras três protagonistas pareciar ter motivos de sobra para um completo desespero, mas faltou algo. Bree e sua obsessão em deixar a roupa suja dentro de casa pode ser perdoada pois teve o fim de sua estória antecipada devido à gravidez da atriz Marcia Cross. Lynette e a luta contra o câncer: com os acontecimentos dos últimos episódios faltou um pouco de fôlego aqui. Também esperava mais da Gabby e seu novo marido possessivo e egocêntrico.
Nem a narração de Mary Alice ajudou aqui. O que salvou o episódio foi mesmo a última cena. Chocante e de deixar os fãs com o coração na mão, como os outros finale's. Marc Cherry teve coragem para fazer o que fez e deve manter a posição para que a série não perca mais créditos ainda. Falando na última cena, Edie, a coadjuvante alçada à protagonista nos últimos seis episódios, demonstrou ser a mais desesperada de todas. E para ser franco, ela já vinha demonstrando isso. Agora é aguardar até setembro e torcer para que nossas séries favoritas retornem em plena forma.
Bem que Marc Cherry poderia ter aprendido com a concorrência ou até com consigo mesmo no passado. As Donas de Casa Desesperadas precisam terminar as temporadas como começaram a série e como passam todos os domingos: desesperadas. Não acredito em "final feliz" para elas, mesmo ao cancelamento da série, porque a vida, assim como Shonda Rhimes, não conhece esse vocábulo. O último episódio da terceira temporada mal parecia um Season Finale. Susan merecia um descanso e o tão esperado casamento com Mike, mas tinha que ser logo no Season Finale? As outras três protagonistas pareciar ter motivos de sobra para um completo desespero, mas faltou algo. Bree e sua obsessão em deixar a roupa suja dentro de casa pode ser perdoada pois teve o fim de sua estória antecipada devido à gravidez da atriz Marcia Cross. Lynette e a luta contra o câncer: com os acontecimentos dos últimos episódios faltou um pouco de fôlego aqui. Também esperava mais da Gabby e seu novo marido possessivo e egocêntrico.
Nem a narração de Mary Alice ajudou aqui. O que salvou o episódio foi mesmo a última cena. Chocante e de deixar os fãs com o coração na mão, como os outros finale's. Marc Cherry teve coragem para fazer o que fez e deve manter a posição para que a série não perca mais créditos ainda. Falando na última cena, Edie, a coadjuvante alçada à protagonista nos últimos seis episódios, demonstrou ser a mais desesperada de todas. E para ser franco, ela já vinha demonstrando isso. Agora é aguardar até setembro e torcer para que nossas séries favoritas retornem em plena forma.

